Dono de mina de água preocupado com obra na região do Trevo da Consulplan

O dono da mina de água, Joel Abreu exibe providências e abaixo assinado

O morador da região do Trevo da Consulplan, no bairro Augusto de Abreu, Joel Abreu, proprietário de uma tradicional mina de água disse estar preocupado com uma obra de drenagem de água pluvial do Demsur, e deu mais detalhes:

“Minha preocupação surgiu com a obra que pode influenciar nesta mina de mais de 60 anos. Aqui já acontecem alagamentos na ocasião de chuva. Estão modificando a galeria, e colocando a manilha de 1,5 de diâmetro, e se não der vazão, aqui em casa certamente terá enchente maior ainda, não me preocupo com a enchente que poder causar danos materiais, mas a preocupação é com a possível contaminação da água da mina.

Atualmente já acontece alagamentos naquela região

Fui ao Demsur expus minha preocupação e fui informado de que o Demsur estava descapitalizado no momento, e aí apontei que a solução para esta rede de águas pluviais seria colocar duas manilhas de 1,5 de diâmetro a vazão irá melhorar mais ainda. Temos que pensar no futuro. Esta é a solução para resolver o problema em definitivo. Antes de fazer a obra deveria conversar com a comunidade, escutar a população.

Joel Abreu mostra fotos atuais de galeria no Augusto de Abreu

Estou com um abaixo assinado, olha só quantas pessoas pegam águas aqui, tem gente que pega água há 40 anos. Entre as providências tomadas, tive também uma reunião na Promotoria de Justiça, mas enquanto isso a obra está em andamento, não sei se dará tempo de fazer algo. Gostaria que paralisassem a obra e que fizessem um novo estudo” relata Joel Abreu.

Ver Mais Notícias

2 Comments

  1. Acho interessante e fico implicado com a incompetência dos engenheiro Não dar atenção ao tamanho da cabeceira que direciona toda para aquela região. Fazem um manilhamento ou galeria para comportar as águas do dia a dia. Não planejam para o caso de uma tempestade, assim como esta acontecendo no Rio e S Paulo. Já quero alertar para Av Vicente Alves e a travessa do Bico doce. Há muito tempo não dá uma chuva forte. Na época da construção daquele serviço porco que ali fizeram, perguntei ao responsável pelo serviço, se ele tinha conhecimento da extensão da cabeceira que verte para aquele ponto. Simplesmente respondeu que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Respondi simplesmente: “Vamos esperar que não chova muito”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Check Also

Close