Delegada anuncia que investigações concluíram que morte de mulher na Barra foi suicídio

A delegada de Mulheres da 4ª DRPC de Muriaé, Dra. Nathalia Santos Magalhães, acompanhada do médico legista, Dr. Rodrigo Barreto Campos, em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (12) anunciou que para dar uma resposta à sociedade; que após um longo trabalho investigativo e laudos diversos, a Polícia Civil chega-se a conclusão de que o caso de grande repercussão, a morte de uma mulher em um apartamento no bairro da Barra, ocorrido em 09 de março deste ano, não se trata de homicídio e sim suicídio.

Dra. Nathalia Santos Magalhães – Delegada de Mulheres
O médico legista, Dr. Rodrigo Barreto Campos

Foi citado que o laudo inicial de necropsia já apontava asfixia mecânica, e por ser o caso de grande repercussão na cidade, foram colhidos materiais diversos e enviados para Belo Horizonte, onde foram feitos uma série de outros exames que alicerçaram a hipótese de suicídio e que a delegada, após juntar todas estas informações, provas, chega-se a conclusão de suicídio.

“Não havia sinais de violência no corpo, nada de violência externa, também foram coletados exames de DNA e exames toxicológicos. Infelizmente ocorreram muitos boatos e fake news na ocasião” disse o médico legista.

O QUE ACONTECEU NO DIA 10 DE MARÇO. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar de Muriaé foram acionados por volta das 17h39 do domingo para comparecer em um apartamento na Pracinha da Barra, onde uma mulher jovem teria morrido (ela estava exposta em uma janela).

O fato foi confirmado pelas autoridades que tomaram todas as providências com relação a situação, sendo de imediato acionada a Perícia Técnica. No mesmo instante, as autoridades passaram a coletar informações, fazer levantamento, inclusive com o namorado da mulher, Cristiano Rodrigues de Souza, o qual foi levado até a Delegacia de Polícia Civil e depois liberado.

“O cliente foi acompanhado a todo tempo pela defesa, que sempre acreditou na sua inocência e nas autoridades” disse o advogado, Dr. Pedro Henrique de Souza Costa.

A moradora do apartamento era Jozilaine Ribeiro da Silva, 29 anos, natural de Vieiras-MG e que morava em Muriaé, onde estudava e trabalhava. O sepultamento aconteceu na cidade de Miradouro em meio a muita comoção, pelo fato da família ser muita conhecida naquela região.

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