Muriaé também tem caso relacionado ao homem suspeito de estuprar 100 mulheres

CASO FOI DESCOBERTO EM BELO HORIZONTE NA SEXTA-FEIRA (11) E CONTINUA SENDO DESTAQUE NA IMPRENSA NACIONAL. O delegado de Polícia Civil de Muriaé, Rangel Paiva Martino confirmou nesta segunda-feira que a 4ª DRPC de Muriaé está também investigando outros possíveis crimes em Muriaé praticado pelo homem suspeito de estuprar mais de 100 mulheres em 13 estados, o qual foi preso em Juatuba-MG, no fim da semana passada. O suspeito identificado por Roney Schelb Nascimento, 31 anos de idade, não sendo informado onde morava.

O delegado Rangel Martino narrou que foram 173 casos espalhados em cidades diversas de 13 estados e confirma um caso ocorrido em Muriaé, onde uma jovem de 13 anos, em setembro do ano passado, que recebeu uma mensagem no Instagram, falando de valores em dinheiro. Ele se apresentou como Celina, uma agenciadora, a jovem se interessou. Ele teria pedido dados pessoais e depois disso para ela enviar pediu fotos de nudez. Ela se negou. Ele disse que era detentor de seus dados, ameaçou e ela mandou. Em seguida ele exigiu um vídeo.

O suspeito chegou a utilizar oito nomes diferentes e passou a extorquir a menor, e foi aí que a mãe entrou na história e disse a ele que tinha contatado a polícia e pediu que ele não colocasse as fotos na rede mundial de computadores. A divulgação não teria sido feita e o material deve estar apreendido em Belo Horizonte com outros inúmeros de suas vítimas. O delegado muriaeense ainda relatou que a polícia monitora outros possíveis casos em Muriaé e região.

A imprensa mineira anunciou na sexta-feira: “O delegado Magno Machado, do Departamento de Fraudes da Polícia Civil, afirma que o motorista criou perfis falsos nas redes sociais em que se passava por um homem rico e cooptava possíveis vítimas a enviar fotos e vídeos íntimos em troca de R$ 4 mil a R$ 10 mil mensais. Após o envio, ele começava a extorquir as mesmas. Falava que tinha informações dos pais, amigos, irmãos e do trabalho e que divulgaria o material para esses contatos. Exigia que fossem enviados vídeos com cenas de sexo explícito com terceiros, animais, objetos, legumes, da maneira mais vil e sádica que já encontramos na delegacia”, disse. Segundo o delegado, além dos estupros virtuais houve também presenciais.

Divulgação: Rede Globo/Polícia Civil de Belo Horizonte.

Ver Mais Notícias

One Comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *