Vaca no Centro: “Muriaé anda tão parada que até os animais resolveram dar uma volta” disse um internauta

a421f43c-8c19-48a0-b7f1-d1d24348ec15_349x620

Em frente a Escola São Paulo

409e9e52-2f88-4fac-8d99-c160809861f4_620x349

Próximo a um Centro Comercial na Rua São Pedro

MANHÃ DESTA SEXTA-FEIRA. Uma vaca foi vista andando pelas ruas da cidade de Muriaé nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira. A internauta, Mary Rosana fotografou a vaca na frente da Escola São Paulo e outro internauta, o Geraldo, quando ela passava de frente para uma câmera de segurança de um prédio comercial. Outras pessoas também fizeram o registro deste fato inusitado no Centro da cidade. “Muriaé anda tão parada que até os animais resolveram dar uma volta” disse o internauta. Depois a vaca subiu o Morro do Castelo.



Carro pega fogo na área urbana da BR-116, Santa Helena. PRF e voluntários fazem o primeiro combate

c026af33-1f68-4efc-9f72-4de5900a2a4d_620x465

CARRO_620x465

67c891b9-6eb3-4f57-9c2a-c6579d9280e1_620x452

A Polícia Rodoviária Federal de Muriaé registrou um incêndio em veículo Prisma, na área urbana BR-116, região do Santa Helena. Graças ao esforço no primeiro combate ao fogo, os danos foram menores. “O fato aconteceu por volta das 08h30 quando a PRF foi informada que um automóvel, placa de Laranjal-MG, estava incendiando-se sobre a pista próximo ao Restaurante Serra do Sol. O incêndio danificou toda a frente do veículo, tendo o fogo sido contido pela equipe da PRF e outros usuários que usaram seus extintores para ajudar”, disse o Inspetor Operacional da PRF, Marcelo Dias. Estima-se que cerca de 20 extintores foram usados no combate e em seguida o Corpo de Bombeiros chegou e assumiu a ocorrência.



Poste ameaça cair na Souza Castro, Barra

DSC00108_620x465

DSC00113_620x465

Um poste já bastante inclinado está preocupando moradores e comerciantes da movimentada Rua Souza Castro no bairro da Barra. A pedido de uma moradora, nossa reportagem fez as fotos no local nesta manhã de sexta-feira. Veja o relato da moradora:  “Silvan Alves, venho em nome de muitos moradores da Barra pedir que se possível você faça uma matéria sobre o poste que está quebrado na Rua Souza Castro, na Barra, onde um carro bateu na manhã do dia 01 de janeiro. Já liguei milhões de vezes para a Força e Luz e não tomam providências.

O poste está cada dia mais inclinado e por ser uma rua muitíssima movimentada, está colocando em risco a vida de centenas de pessoas. No dia do acidente os Bombeiros pediram pra ninguém passar ali por perto, pois o poste estava caindo, mas depois que eles foram embora não foi feito nada, nem uma sinalização no local indicando o perigo. Estou com muito medo de que aconteça uma tragédia se este poste cair e eletrocutar pessoas”, disse a moradora, Layse Couri.

ACIDENTE QUE QUEBROU O POSTE ACONTECEU NO DIA 01 DE JANEIRO

DSC09290_620x385



Nota de falecimento: Zezinho Coelho, Belisário

IMG-20160107-WA0019_465x620

Faleceu nesta quinta-feira, Zezinho Coelho, 92 anos, morador do distrito de Belisário. O corpo está sendo velado na capela local  e o sepultamento deve acontecer no final da tarde, por volta das 16 horas. Zezinho era uma pessoa muito conhecida e querida no distrito, sempre tranqüilo, fala mansa, participativo na comunidade e na igreja católica, trabalhou muito com produtor rural até quando a saúde permitiu. Ele era pai também do Zezinho Rei do Pastel, proprietário do bar na região da Rodoviária, em Muriaé.



Briga entre enteado e padrasto acaba em morte

logo_513x465

Um atrito familiar acabou em morte na comunidade rural de São Bento, em Carangola, 90 Km de Muriaé. O fato trágico registrado pela Polícia Militar aconteceu no início da noite desta quinta-feira quando uma senhora ligou para a Polícia Militar e relatou que seu filho de 17 anos de idade, trabalhador rural, havia acabado de matar, com um tiro, o seu marido, Jose Carlos Silva da Rocha, 44 anos, de quem era enteado. No local os militares depararam com o menor sentado a beira da lavoura próxima ao local do crime e o mesmo disse a PM que havia chegado da lavoura de milho onde capinava e devido ele ter xingado seu irmão menor, seu padrasto, José Carlos não gostou de sua atitude e começaram uma calorosa discussão em tom de ameaça. Com a continuidade da discussão, José Carlos teria pegado um pedaço de pau e correu atrás do menor, mas teria sido contido pela esposa, mas pegou novamente, desta vez uma enxada, e voltou ameaçar o enteado, que correu até próximo outra casa, onde pegou uma arma de fogo no meio do mato, e teria dito que não queria fazer aquilo, e como a briga continuou, o menor fez um disparo que acertou o peito do padrasto, o qual morreu após andar por cerca de 100m. A Perícia Técnica e o SAMU estiveram no local do crime realizando seus trabalhos de praxe e a PM fez a apreensão do menor o encaminhando para a DP.



Pré-temporada: Muriaé será sede de Torneio de futebol. Quatro times, três deles são da primeira divisão

DSC00083_620x465

NAC não para, treino direto e em seguida amistosos e o torneio oficial

DSC00085_620x465

DSC00092_620x465

O presidente do NAC, José Geraldo e o Presidente do Tombense, Lanne Gaviolle

DSC00103_620x465

TORNEIO VAI CHAMAR COPA EUREKA. Foi anunciado na tarde desta quinta-feira no Estádio Soares de Azevedo, em Muriaé, a realização de um torneio oficial de futebol, a Copa Eureka, que envolve a FMF e a CBF, por ter times de dois estados. O evento acontece nos dias 15 e 16 de janeiro, contando com os seguintes clubes da primeira divisão: Tombense (MG); Volta Redonda (RJ) e Friburguense (RJ) além do NAC de Muriaé, (Segundona MG). O anúncio foi feito pelo presidente do NAC, José Geraldo e pelo presidente do Tombense, Lanne Gaviolle que ajuda a movimentar o futebol em Muriaé e região. A intenção é treinar os times, pois os campeonatos estaduais começam no dia 31 de janeiro. Os jogos terão arbitragem da Federação Mineira de Futebol e o valor do ingresso será R$ 20,00 para os dois dias ou R$ 15 para um jogo. Para 2017 a intenção é ter seis times este torneio.

Quem comprar o ingresso para os jogos é convidado a trazer 1 Kg de alimento não perecível para o programa “Mesa Brasil” do SESC e a arrecadação ficará em Muriaé, sendo doada para entidades sociais. O Tombense vai usar esta campanha em todos os seus jogos do Campeonato Mineiro.

CONFRONTOS

Jogo A: TOM x VRE (18h30) e Jogo B: NAC x FRI (20h30 ) no dia 15/01

Perdedor do Jogo A x Perdedor do Jogo B (17h) no dia 16/01

FINAL: Vencedor do Jogo A x Vencedor do Jogo B (19h) dia 16/01

Nos jogos eliminatórios no caso de empate, pênaltis.



Tombense enfrenta o Cruzeiro dia 03 em Muriaé

tombos_465x496

cruzeiro_620x465

DSC00086_620x465

O presidente do Tombense em Muriaé nesta tarde de quinta-feira

Clube de Tombos decide trazer o jogo do Mineiro 2016 para Muriaé. Anúncio foi feito nesta tarde de quinta-feira, pelo presidente do Tombense, Lanne Gaviolle que veio a Muriaé encontrar com o presidente do NAC – Nacional Atlético Clube de Muriaé, José Geraldo Pimentel Rocha para dar início à organização deste grande espetáculo. Ingressos serão vendidos a R$ 60 Inteira e Meia R$ 30 e o jogo acontece no dia 03 de fevereiro, numa quarta-feira às 19h3o no Estádio Soares de Azevedo e para isso a organização conta com todo o apoio da torcida muriaeense e de toda a região. O Campeonato Mineiro começa no dia 31 de janeiro.



As primeiras feiras do ano têm boa movimentação

DSC09579_620x465

DSC09549_620x465

DSC09539_620x465

DSC09535_620x465

DSC09502_620x465

DSC09442_620x465

DSC09462_620x465

Nossa reportagem passou pela Feira do Produtor no sábado e em conversa com os feirantes foi informada que a movimentação era boa, apesar de ser mês de janeiro e muita gente estar viajando. Quanto aos preços, segundo os feirantes não há tanta novidade, estão estáveis, nenhum produto tem chamado muita a atenção, pelo menos por enquanto. VEJA A GALERIA DE FOTOS CLICANDO LOGO ABAIXO EM “LEIA MAIS”.

LEIA MAIS. CLIQUE E VEJA A MATÉRIA COMPLETA. »



Demsur segue trabalho para eliminar mau cheiro na Santa Rita. Na rua Belisário equipe corrige vazamento

DSC00047_620x465

Na tarde desta quarta registramos comerciantes isolando as bocas-de-lobo

DSC00039_620x465

DSC00043_620x465

O isolamento com papelão e fitas adesivas é uma forma de minimizar o mau cheiro

O mau cheio que exala dos bueiros das galerias do Córrego Santa Rita e que vem incomodando moradores e comerciantes já está sendo verificado conforme Nota do Demsur enviada ao Site nesta quarta-feira. “”A equipe técnica da Divisão de Águas e Esgoto do Demsur fizeram uma inspeção da área para averiguação do problema. No momento trabalham para que até até o final da noite de hoje, quarta-feira (06) o mau cheiro que exala na região seja eliminado” informou a Assessoria de Comunicação do Demsur.

REIVINDICAÇÃO DA RUA BELISÁRIO, BARRA

DSC00057_620x465

Registro feito por nossa reportagem na tarde desta quarta-feira

2362999b-5f80-408b-aa73-1f21438562cc_620x465

Equipe do Demsur fazendo a correção nesta manhã de quinta-feira

Moradores acionaram nossa reportagem e pedem agilidade para acabar com o vazamento do esgoto que traz mau cheiro e ainda façam o trabalho de pavimentação da rua. “Na chuva tem barro e no sol, muita poeira”, disseram. “Rua Belisário hoje pela manhã e a equipe da Divisão de Água e Esgoto do DEMSUR já estava trabalhando no local. O caminhão hidrojateador do DEMSUR desobstruiu a rede e no momento outra equipe, empreiteira, estará durante o dia de hoje e amanhã refazendo a ligação e o aterramento da vala que foi aberta. Até amanhã os trabalhos estarão concluídos e a rua livre para circulação de veículos” informa a Assessoria de Comunicação.



Juiz de direito da Comarca de Miradouro fala sobre a alta do índice de crimes graves naquela cidade

juiz2_620x465

Juiz da Comarca de Miradouro, Dr. Antônio Augusto Pavel Toledo (Arq. Silvan Alves)

“Segurança pública é responsabilidade de todos nós”. Entrevista com o Juiz de Direito da Comarca de Miradouro, Dr. Antônio Augusto Pavel Toledo, que fala sobre a violência na cidade de Miradouro, município a 30 Km de Muriaé. O magistrado fala sobre as ações do Poder Judiciário, bem como das forças de segurança no município de Miradouro. Acompanhe: 

As notícias atuais sobre Miradouro dão conta do aumento no número de crimes graves. É esta, efetivamente, a realidade vivida no município?  A população de Miradouro vem efetivamente sofrendo com o aumento da criminalidade no município, avolumando-se o crime de tráfico de drogas e homicídios relacionados a ele, o que tem gerado preocupação. Vem crescendo, também, o número de crimes contra o patrimônio, com emprego de arma de fogo e, mais recentemente, possivelmente em uma tentativa de roubo, ocorreu a morte de um cidadão, de noticiada reputação ilibada, o que causou ainda mais revolta. A situação está a exigir que sejam envidados esforços conjuntos de todas as Autoridades Públicas locais, inclusive e principalmente do Poder Judiciário.

Há reclamação quanto a falta de maior policiamento na cidade. O que o Senhor pensa a respeito? Embora seja necessário o aumento do efetivo policial militar, com maior ostensividade das rondas, não será esta a solução, pois, obviamente, por maior que seja o número de policiais em atuação na cidade, não há como a PM fazer-se presente em todos os locais, à todo momento. Os criminosos não têm pressa; esperam o melhor momento para atuar, sempre na clandestinidade. Deve-se considerar, ainda, a extensão do território do Município, com grande área rural. Às vezes, por estar atendendo a uma ocorrência em localidade distante, há o atraso no comparecimento da PM ao local de outra demanda. De qualquer forma, numa atuação de natureza preventiva, parece-me salutar a abordagem policial rotineira de pessoas suspeitas ou desconhecidas, para identificação, diligência que demonstra a ostensiva presença da Autoridade e, de certa forma, pode afugentar pessoas que estejam mal intencionadas.

O que o Senhor tem a dizer sobre a Polícia Civil? Carecemos, ainda, na Comarca, da presença de um número maior de investigadores e de uma estrutura melhor que mantenha à disposição dos profissionais todos os meios investigativos possíveis. Mas esta é uma realidade que não se concretiza integralmente em nenhum local deste país, mesmo nas maiores e melhores cidades brasileiras. Sem uma investigação satisfatória, não se possibilita a descoberta da autoria da grande maioria dos crimes, não sendo instruídos adequadamente os processos criminais, o que inviabiliza, muitas vezes, a condenação, gerando na população a sensação de impunidade. O problema ocorre em todo o país, sabendo-se, por informação de noticiários, que apenas pequena parcela do orçamento destinado à segurança pública é efetivamente aplicado. Apesar de tudo isso, devo noticiar que uma tentativa de homicídio ocorrida em 25.12.15, já se encontra praticamente esclarecida, com o acautelamento preventivo/provisório de três suspeitos, um maior e dois menores.

Há como solucionar o problema apenas com a ação no âmbito do município de Miradouro? A atuação localizada tende a minorar o problema. Entretanto, é preciso ponderar que a solução não está no empenho das Autoridades de uma única localidade; há que se ter o comprometimento de todas as forças de segurança da região, o que tem efetivamente ocorrido. É inegável que os crimes, principalmente os “assaltos” que rotineiramente ocorrem, são praticados por elementos reunidos em quadrilha, não necessariamente sediados na localidade onde se realiza o evento delituoso. Muitos dos crimes praticados em Miradouro têm como agentes pessoas oriundas de outras localidades, aqui não residentes.

O problema já foi levado a conhecimento no âmbito estadual? Já estivemos em reunião com o Secretário de Estado de Defesa Social, em Belo Horizonte, relatando os problemas vividos em Miradouro, Vieiras e região, e estamos aguardando, sem permanecermos inertes, a tomada de medidas acerca do tema. Talvez seja necessário, para breve, o agendamento de nova audiência para tratar da mesma pauta.

O que o Senhor tem a dizer sobre a propalada questão da impunidade? O problema tem complexidade elevada. Investigar, apurar autoria e punir o criminoso, é uma das práticas que ajudam na solução da questão, na medida em que a pena tem o seu caráter exemplificativo e pode incutir, no cidadão ligado à marginalidade, o receio de também ser punido. Mas, como dito, os órgãos policiais trabalham em total falta de estrutura, de modo que não conseguem atender à demanda de forma que esteja a contento da população e em consonância com as necessidades.

Muitos dizem que as leis contribuem para a impunidade. É esta a realidade? Na concretização do processo de punir, não se pode desconsiderar a existência de garantias constitucionais a serem preservadas na aplicação das leis penais e processuais penais (no inquérito e no processo-crime), estando todos, Policiais, Delegado, Promotor de Justiça e Juiz de Direito, obrigados ao cumprimento de tais normas. A par disso, deve-se reconhecer a fragilidade das leis brasileiras e, em especial, respeitadas opiniões em contrário, da lei de execuções penais, que define uma série de direitos aos sentenciados, os quais, de certa forma, abrandam em demasia o cumprimento da pena que, em determinados casos, já tem parâmetros demasiadamente baixos. A lei de execuções penais, em virtude de tais circunstâncias, e do precário e superlotado sistema penitenciário brasileiro, não cumpre o seu papel de punir, exemplificando, e, especialmente, de propiciar a ressocialização do preso. É inegável que, com mínimas exceções, o detento sai do cárcere pior do que entrou e, então, explode ainda mais a criminalidade. É este último fator que põe em dúvida a eficácia da necessária diminuição da maioridade penal.

O Senhor falou sobre a precariedade do sistema prisional brasileiro. A instituição de penas alternativas é a solução? Tenho dúvidas, especialmente considerada a falta de estrutura fiscalizatória dos órgãos competentes, sobre a eficácia das chamadas penas alternativas. A meu sentir, o Brasil vive um dilema entre a aplicação das penas alternativas como solução do problema de superlotação carcerária e a necessidade de acabar com impunidade como uma das formas de se buscar a diminuição da criminalidade. Não me parece adequada a tendência de expansão da aplicação das penas restritivas de direitos.

Fatores externos ao sistema de segurança contribuem para o aumento da criminalidade? Não bastasse toda a questão legislativa mencionada, há que se reconhecer a total falência da instituição família. Não é regra, e certamente há exceções, mas a falta de estrutura familiar é, sim, um dos fatores que impulsionam a entrada cada vez mais precoce de jovens na marginalidade. Em Miradouro é possível perceber exemplos concretos. Aliado a isto, não se pode deixar de lado a precariedade do sistema educacional brasileiro e, sejamos sinceros, a fragilidade moral de grande parte da sociedade que vê as pequenas transgressões como situações normais. Se os pequenos delitos fossem “punidos”, no âmbito familiar, social, policial ou judicial, de forma exemplar e desde a menor idade possível, diminuídas seriam as chances de ocorrência das maiores infrações. Não podemos ser hipócritas a ponto de desconsiderar o fato de que há pessoas tidas como “de bem”, que reclamam segurança pública, criticam o avanço do tráfico de drogas na cidade, mas incrementam o comércio ilícito, adquirindo entorpecente para uso.

Estas questões demandam uma mudança de comportamento e a tomada de providências que demoram a surtir efeito?. Estas são questões para as quais a população, ordeira e verdadeiramente honesta, refém da criminalidade, não volta a sua atenção. E com razão, porque a solução de tais problemas demanda longo espaço de tempo, e o que se quer é uma atuação mais imediata. Como disse, estamos trabalhando em prol da segurança pública e a situação hoje vivida por Miradouro também me incomoda como cidadão e não apenas como Magistrado. Porém, não podemos desconsiderar estes outros fatores, pois somente eles poderão repercutir de modo a impedir que novos jovens passem a atuar na criminalidade. O trabalho punitivo é importante, mas é preciso fazer com que seja diminuído gradativamente o “público” alvo destas punições. Se assim não for, estaremos todos, eternamente, “enxugando gelo”.

Voltando à situação local, a população de Miradouro pode ajudar as Autoridades de alguma forma? Sim. O aparato policial depende de informações. O cidadão de bem que tiver alguma informação sobre os fatos já acontecidos, e sempre que perceber alguma movimentação suspeita em sua rua ou em qualquer outro local da cidade, pode entrar em contato. Será providenciado para que sua identidade não seja divulgada, para que não corra riscos.

Scroll To Top